Meat Worldhttp://meatworld.com.br/Meat WorldMeat World31Fri, 18 May 2012 16:12:15 -0300INVETSA realiza o V SIA em Cuzco, Peru<p><a href="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/20120515_24.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-87642" title="20120515_24" src="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/20120515_24-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Entre os dias 2 e 5 de maio de 2012, o distribuidor da Impextraco no Peru – INVETSA – realizou o V SIA (Seminário Internacional Avícola), em Cuzco, Peru.</p> <p>O seminário que, em sua 5ª edição, visou apresentar a realidade e as tendências do setor avícola na América Latina, contou com representantes das empresas avícolas mais importantes do Peru e Bolívia.</p> <p>Impextraco convidou para o evento o Dr. Everton Krabbe – EMBRAPA, que ministrou "Aspectos práticos sobre qualidade de matérias-primas para nutrição animal.”</p> <p>Além das palestras, foram realizadas dinâmicas de grupo entre os anfitriões, convidados e palestrantes, cujos conhecimentos sobre o setor avícola foram premiados.</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/invetsa-realiza-o-v-sia-em-cuzco-peruhttp://meatworld.com.br/noticias/post/invetsa-realiza-o-v-sia-em-cuzco-peru31Fri, 18 May 2012 12:31:42 -0300Dica PorkWorld para o fim de semana: Carne suína com camarão<p><strong><a href="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-suína-com-camarão.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-87633" title="Carne suína com camarão" src="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-suína-com-camarão-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Ingredientes</strong>:</p> <p>600 g de camarão fresco médio</p> <p>800 g de carne de porco limpa</p> <p>sal e pimenta em grão</p> <p>1 colher de sopa de massa de pimentão</p> <p>3 dentes de alho</p> <p>1 chávena de vinho branco</p> <p>2 colheres de sopa de banha</p> <p>3 colheres de sopa de azeite</p> <p>4 batatas médias</p> <p>Modo de preparo:</p> <p>Lave os camarões, descasque-os em cru, tempere com sal e reserve. Corte a carne em pequenos cubos tanto quanto possível do mesmo tamanho. Tempere com uma mistura de sal, massa de pimentão e alhos descascados e moídos. Regue com o vinho e deixe em repouso durante 1 hora. Frite a carne escorrida, numa mistura de banha e azeite, até ficar bem dourada. Junte o vinho da marinada e apure bem. Acrescente as batatas previamente fritas aos quadradinhos e os camarões. Envolva tudo delicadamente e apure até os camarões cozerem. Tempere com pimenta moída na altura e sirva muito quente.</p> Fonte: Receitas e Menushttp://meatworld.com.br/noticias/post/dica-porkworld-para-o-fim-de-semana-carne-suina-com-camaraohttp://meatworld.com.br/noticias/post/dica-porkworld-para-o-fim-de-semana-carne-suina-com-camarao31Fri, 18 May 2012 12:30:22 -0300Dica BeefWorld para o fim de semana: Carne Bovina com Brócolis<p><strong><a href="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-Bovina-com-Brócolis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-87630" title="Carne Bovina com Brócolis" src="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-Bovina-com-Brócolis-300x152.jpg" alt="" width="300" height="152" /></a>ingredientes</strong></p> <p>300g de carne bovina em fatias</p> <p>2 1/2 colheres de sopa de Missô</p> <p>1 colher de sopa de Óleo de Gergelim</p> <p>1 1/2 colher de vinagre de arroz</p> <p>1 colher de sopa de açúcar</p> <p>1/2 brócolis cortado em pequenos buquês Cogumelos (opcional)</p> <p><strong>modo de preparo</strong></p> <p>Em um recipiente médio, coloque a carne, tempere com o Missô, o óleo de gergelim, o vinagre e o açúcar, misture tudo e leve para marinar na geladeira por aproximadamente 45 minutos. Aqueça uma panela antiaderente em fogo alto, despeje a carne e refogue por aproxuimadamente 8 minutos ou até mudar de cor, acrescente o brócolis e deixe por mais 4 minutos ou até que esteja "al dente". Sirva em seguida.</p> Fonte: ClickGrátishttp://meatworld.com.br/noticias/post/dica-beefworld-para-o-fim-de-semana-carne-bovina-com-brocolis-2http://meatworld.com.br/noticias/post/dica-beefworld-para-o-fim-de-semana-carne-bovina-com-brocolis-231Fri, 18 May 2012 12:28:04 -0300Dica AveWorld para o fim de semana: Frango assado com maionese e creme de cebola<p><strong><a href="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Frango-assado-com-maionese-e-creme-de-cebola.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-87627" title="Frango assado com maionese e creme de cebola" src="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Frango-assado-com-maionese-e-creme-de-cebola-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Ingredientes</strong></p> <p>3 colheres (sopa) de creme de cebola;</p> <p>Um frango cortado em pedaços;</p> <p>3 colheres (sopa) de maionese;</p> <p>3 fatias de bacon;</p> <p>tempero a gosto.</p> <p><strong>Modo de preparo:</strong></p> <p>Tempere o Frango, passe maionese em todos os pedaços e coloque em uma travessa. Polvilhe com Creme de Cebola e coloque pequenos pedaços de bacon por cima do Frango. Leve ao forno até dourar.</p> <p>Sugestão: Assar Batatas em pedaços junto com o Frango.</p> Fonte: Receita de Frangohttp://meatworld.com.br/noticias/post/dica-aveworld-para-o-fim-de-semana-frango-assado-com-maionese-e-creme-de-cebolahttp://meatworld.com.br/noticias/post/dica-aveworld-para-o-fim-de-semana-frango-assado-com-maionese-e-creme-de-cebola31Fri, 18 May 2012 11:32:09 -0300Brasil vira exportador de genética bovina<p>Venda de tecnologia para o exterior atingiu R$ 240 milhões em 2011 no projeto Brazilian Cattle</p> <p>O Brasil está se tornando um polo exportador de tecnologia para a pecuária tropical. Só as 18 empresas participantes do projeto Brazilian Cattle, que apoia o setor no acesso ao mercado externo, exportaram mais de US$ 240 milhões em 2011. Em 2003, último ano antes de o projeto ser iniciado, as participantes exportaram apenas US$ 5 milhões.</p> <p>Realizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Brazilian Cattle inclui empresas de todas as áreas da tecnologia pecuária, desde a área de material genético até as sementes de pastagens, passando por equipamentos, alimentação animal e saúde veterinária.</p> <p>O sucesso do Brasil nesse mercado está relacionado com o aumento da demanda global por proteína. “Vejo um futuro brilhante para o zebu, porque a demanda por carne e leite cresce mais onde ele se dá bem”, diz o presidente da ABCZ, Eduardo Biagi. “Os países tropicais vão precisar muito da nossa tecnologia.”</p> <p>Com raças zebuínas altamente desenvolvidas e melhoradas nacionalmente, a pecuária brasileira fica em evidência em um momento em que outros países tropicais têm recursos e mercados para ampliar sua produção. O gado zebu é reconhecido por sua rusticidade, que tolera temperaturas e estresses maiores.</p> <p>Sêmen, embriões e animais vivos do Brasil são comprados para melhorar os rebanhos desses países, mas não são suficientes para melhorar a pecuária como um todo. “Logo que fizemos os primeiros contatos com potenciais importadores, no início do projeto, percebemos que a demanda era pelo pacote tecnológico completo, e não apenas pela genética”, explica o diretor de negócios da ApexBrasil, Rogério Bellini.</p> <p>A inclusão de empresas de todas as etapas da produção no programa permitiu um grande crescimento das exportações, principalmente para os países da América Latina. “Agora estamos apostando muito também na África, com visitas aos mercados potenciais e a recepção de compradores e formadores de opinião no Brasil”, conta a gerente internacional da ABCZ, Icce Garbellini.</p> <p>Com recursos da ApexBrasil, o Brazilian Cattle convida potenciais compradores do exterior para conhecer no Brasil a produção do gado zebu e toda a sua cadeia tecnológica. Além disso, formadores de opinião, como autoridades e jornalistas, também são convidados para viagens semelhantes. “As barreiras sanitárias ainda são os principais empecilhos ao crescimento das nossas exportações”, avalia Biagi. Por isso, uma parte importante do projeto é mostrar que o controle sanitário brasileiro é eficiente e que as doses de sêmen e os embriões exportados passam por rígidos controles, para evitar o uso de material contaminado com doenças que ameaçariam os rebanhos dos importadores.</p> Fonte: Sou Agrohttp://meatworld.com.br/noticias/post/brasil-vira-exportador-de-genetica-bovinahttp://meatworld.com.br/noticias/post/brasil-vira-exportador-de-genetica-bovina31Fri, 18 May 2012 11:29:34 -0300Governo vai incentivar melhoria na criação de gado de corte<p>A Secretaria da Agricultura e o Instituto Emater vão começar seminários para apresentar o projeto Carne Paraná aos pecuaristas de todo o Estado. O secretário Norberto Ortigara se reuniu nesta quinta-feira (17) com técnicos da Emater, durante a 40.ª Expoingá, para discutir o projeto. O Carne Paraná surgiu da constatação dos baixos índices da produção de carne no estado e vai definir uma estratégia para prestar assistência técnica a criadores, para modernizar a bovinocultura de corte.</p> <p>De acordo com levantamento da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Paraná conta com 55.873 criadores de gado de corte e um rebanho de 6,1 milhões de cabeças. Os pecuaristas paranaenses produzem menos de meia carcaça por hectare ao ano, o que o Estado a importar carne de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. No entanto, Ortigara destacou que existem boas iniciativas em algumas regiões e um esforço para mudar a imagem da carne bovina paranaense.</p> <p>O projeto Carne Paraná deve aumentar a renda e a geração de empregos da cadeia pecuarista. Caberá ao governo a coordenação estadual do projeto, a articulação de políticas públicas e sua execução pelas instituições de assistência técnica e extensão rural, pesquisa e fiscalização. O Estado também será responsável pela organização de produtores e indústrias, bem como pela implementação de projetos de apoio como inseminação artificial.</p> <p>De acordo com Luís Fernando Brondani, do Instituto Emater, o projeto tem tempo de implantação de dez anos. Uma das metas a ser atingida é a redução da idade média de abate dos animais dos atuais 37 para 30 meses. A produtividade que hoje é de 137 deve chegar a 210 quilos de carcaça por hectare ao ano. A lotação também deve passar de 1,4 para dois animais por hectare. Com isso, a receita bruta da pecuária de corte deve chegar a R$ 1.260,00 por hectare ao ano contra os atuais R$ 821,00. Os levantamentos da Secretaria indicam que, na região Noroeste, 75% dos pecuaristas abatem os animais com 36 meses e a produtividade não ultrapassa 130 quilos de carcaça por hectare ao ano.</p> <p>A proposta de modernização da bovinocultura de corte elaborada pela Secretaria aposta na produção de matéria-prima de qualidade para viabilizar linhas de abate e exportação dentro dos padrões desejados e cortes especiais. Com isso, espera-se inibir o abate clandestino de animais no estado. A indústria ainda deve desenvolver marcas próprias, buscando nichos de mercado, fortalecer as cooperativas e alianças de carnes existentes no estado e a rastreabilidade e certificação de carnes.</p> <p>Com o projeto o produtor deve contar com assistência técnica e capacitação para incrementar sua atividade. Tecnologia de produção, gestão de negócio e melhoria dos índices zootécnicos são alguns dos pontos que o serviço de extensão rural deve trabalhar junto aos produtores.</p> Fonte: Agência Estadual de Notíciashttp://meatworld.com.br/noticias/post/governo-vai-incentivar-melhoria-na-criacao-de-gado-de-cortehttp://meatworld.com.br/noticias/post/governo-vai-incentivar-melhoria-na-criacao-de-gado-de-corte31Fri, 18 May 2012 11:26:01 -0300Vacinação pode ser prorrogada<p><em>Imunização contra a febre aftosa depende da chegada de doses atrasadas</em></p> <p>O governo estadual voltou atrás e admitiu ontem (17) que poderá prorrogar o prazo da vacinação contra aftosa, que se encerra no dia 31. A previsão é que a totalidade das doses chegue ao Estado até a quarta-feira. O secretário adjunto de Agricultura, Cláudio Fioreze, disse que se o atraso inviabilizar a conclusão da vacinação ao término da campanha, um pedido de prorrogação, de pelo menos 10 dias, será feito ao Ministério da Agricultura.</p> <p>Das 5,4 milhões de doses necessárias nesta primeira etapa, 2,5 milhões foram distribuídas - 1 milhão de estoque e 1,5 milhão de duas remessas até esta semana, números revisados pela secretaria. Segundo Fioreze, o Estado observou os prazos legais, mas a primeira colocada na licitação não entregou as 7 milhões de doses adquiridas pelo governo para a campanha 2012. O processo de compra foi aberto em 14 de fevereiro, o resultado foi publicado em 4 de abril e a empresa vencedora do certame chamada para assinar o contrato em 17 de abril. As vacinas deveriam ser entregues no dia 25 do mesmo mês. "A empresa queria nos entregar as doses com prazo de validade que vencia antes do período da segunda etapa, em novembro. Não tínhamos como efetivar a compra. Avisaram em cima da hora e, até acionar o segundo colocado, e o mesmo se preparar para entrega, leva tempo", explica Fioreze.</p> <p>Um processo administrativo foi aberto para apurar as responsabilidades da empresa. A indústria poderá ser penalizada em até 10% do valor licitado - R$ 12,47 milhões - e até ser impedida de negociar com o poder público. A Fetag acompanha o caso. "Se as doses chegarem só semana que vem, vamos pedir prorrogação", avisa o assessor Airton Hochscheid.</p> Fonte: Correio do Povohttp://meatworld.com.br/noticias/post/vacinacao-pode-ser-prorrogadahttp://meatworld.com.br/noticias/post/vacinacao-pode-ser-prorrogada31Fri, 18 May 2012 11:15:26 -0300Seca traz prejuízos à produção agropecuária na Bahia<p>A seca prolongada na Bahia já trouxe prejuízos significativos ao setor agropecuário do Estado, provocando principalmente a queda de produção e podendo comprometer o abastecimento da população. A produção de leite, por exemplo, caiu em um terço desde o início da estiagem, o que representa 1,5 milhão de litros a menos por dia nas principais bacias leiteiras da região. A safra de milho e feijão do litoral norte baiano, responsável por 80% da produção estadual, deve sofrer uma perda quase que total da lavoura. As pequenas cidades do interior devem começar a sofrer com o desabastecimento de carne bovina em, no máximo, 90 dias. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 16 de maio, pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e refletem a preocupação do presidente da entidade, João Martins, com o atual cenário. “A situação é crítica. Há culturas em que as lavouras foram totalmente afetadas”, relata.</p> <p>Segundo o balanço divulgado pela FAEB, a captação diária de leite por alguns laticínios baianos foi reduzida de 100 mil para 18 mil litros. Municípios como Coaraci, no sudeste baiano, tiveram queda de 65% na produção. Nas cidades de Itapetinga, Jequié e Itabuna, esta redução foi, em média, de 60%. Na pecuária de corte, o cenário é preocupante para os pequenos municípios, uma vez que as principais cidades têm condições de armazenar a carne vinda de outros estados. No entanto, a tendência é de que em 2013 haja menor oferta de animais prontos para o abate e este quadro deve permanecer nos anos seguintes. Para minimizar os prejuízos, revela João Martins, muitos criadores devem antecipar para este ano a comercialização de animais que seriam fornecidos para o abate apenas no próximo ano.</p> <p>A falta de chuvas também deve atingir de forma expressiva a produção de cacau, uma das mais tradicionais da Bahia. Um dos locais que devem ser mais afetados é a região de transição, que engloba os municípios de Ipiaú, Ubatã, Ibirataia, Itagibá, Dário Meira, Jitaúna e Gongogi, entre outros. Com a seca, há uma perda de umidade do solo para o desenvolvimento da lavoura, o que pode comprometer a safra. Ainda de acordo com a FAEB, o cenário também é preocupante para algumas regiões de fruticultura. Por causa da estiagem, a água está sendo usada exclusivamente para abastecimento da população, pois o governo estadual suspendeu a outorga para fins comerciais. A produção de abacaxi já sofreu perdas drásticas em 2012 e deve prejudicar o plantio da próxima safra.</p> Fonte: Canal do Produtorhttp://meatworld.com.br/noticias/post/seca-traz-prejuizos-a-producao-agropecuaria-na-bahiahttp://meatworld.com.br/noticias/post/seca-traz-prejuizos-a-producao-agropecuaria-na-bahia31Fri, 18 May 2012 11:09:59 -0300Evento em Campo Grande mostra a pecuaristas como manejo racional melhora a eficiência produtiva do rebanho de corte<p>Para mostrar aos pecuaristas como o manejo racional pode tornar a fazenda ainda mais rentável, foi realizado nos dias 7 e 8 de maio, em Campo Grande (MS), um evento de disseminação tecnológica promovido pela MS Reprodução e Pfizer Saúde Animal, com participação da Beckhauser.</p> <p>Durante o evento, o médico veterinário Renato dos Santos, profissional com mais de 30 anos de experiência de campo, responsável pela área de Manejo Racional da Beckhauser e um dos maiores conhecedores do tema no Brasil, deu um curso com teoria e prática no curral sobre o assunto. Renato falou sobre a importância do bem-estar em animais de produção, explicando detalhes sobre o temperamento dos bovinos e como o manejo deve ser conduzido. A aplicação prática desses conceitos foi trabalhada no curral da Fazenda Ouro Verde, em Paranhos (MS).</p> <p>“A ideia é mostrar ao produtor o quanto um manejo ruim pode custar ao seu negócio e a toda a cadeia da carne. No Brasil, perde-se 17 milhões de quilos de carne por ano em consequência de lesões vacinais. Perde-se, em média, 390g de carne por animal abatido, segundo pesquisa de Moro & Junqueira, 1999. Essa perda por aplicação incorreta de medicamentos ocorre dentro da fazenda. Por isso, com mudanças de atitudes e boas práticas é possível reverter o quadro e aumentar a rentabilidade do negócio pecuário”, explica Renato dos Santos.</p> <p>Programação na HStore</p> <p>O evento foi realizado na HStore, loja conceito da Beckhauser em Campo Grande, conhecida como a “casa do manejo racional e produtivo” e a primeira concessionária de troncos e balanças do Brasil. O espaço foi concebido para ser um local de referência para quem busca informações sobre práticas que fazem a diferença no campo e contribuem para a melhoria do manejo, refletindo diretamente na qualidade e na rentabilidade da pecuária.</p> <p>Toda última sexta-feira do mês, a HStore tem uma programação para levar informação, treinamento, gerar debates e confraternizar a pecuária de Campo Grande e do Mato Grosso do Sul. A programação será sempre divulgada no site da Beckhauser: www.beckhauser.com.br</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/evento-em-campo-grande-mostra-a-pecuaristas-como-manejo-racional-melhora-a-eficiencia-produtiva-do-rebanho-de-cortehttp://meatworld.com.br/noticias/post/evento-em-campo-grande-mostra-a-pecuaristas-como-manejo-racional-melhora-a-eficiencia-produtiva-do-rebanho-de-corte31Fri, 18 May 2012 11:07:56 -0300Líder no mercado bovino, MT vende mais frango<p><em>Apesar de Mato Grosso ser o Estado com maior rebanho do Brasil, aproximadamente 29 milhões, de janeiro a abril deste ano o Estado exportou mais carne frango</em></p> <p>O faturamento com o produto cresceu 13,8% , passando de US$ 120,369 milhões em 2011 para US$ 136,983 milhões no quadrimestre deste ano. O complexo da carne porém, registrou um pequeno aumento nas negociações de 1,6%, totalizando US$ 399,744 milhões de janeiro a abril deste ano, contra US$ 393,438 milhões no mesmo período de 2011. As outras carnes, especialmente a suína, continuam retraídas. O principal motivo das quedas é manutenção do embargo russo. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), elaborados e divulgados ontem pela PR Consultoria.</p> <p>Apesar desse aumento em volumes das exportações da carne de frango e da queda de 1,3% nos valores registrados de janeiro a abril deste ano, a carne bovina liderou a cadeia com US$ 246,376 milhões embarcados e um volume de 52,1 mil toneladas exportadas.</p> <p>Os valores são menores dos que os registrados no mesmo período de 2011. Nos quadrimestre do ano passado foram exportados 54,8 mil toneladas de carne bovina, somando US$ 249,705 milhões. Porém, de acordo com o consultor de mercado Carlos Vitor Timo, a queda só não foi maior porque apesar do embargo da Rússia, um dos principais países consumidores da carne mato-grossense, pecuaristas dos Estado têm buscado outras alternativas, o que tem segurado o mercado.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://meatworld.com.br/noticias/post/lider-no-mercado-bovino-mt-vende-mais-frangohttp://meatworld.com.br/noticias/post/lider-no-mercado-bovino-mt-vende-mais-frango31Fri, 18 May 2012 11:02:26 -0300Falta de atenção política para o Setor das Carnes<p>Produzir carnes no Brasil é lidar com o incerto. Sem valores mínimos, os produtores enfrentam diariamente a insegurança do mercado. De um lado da balança o peso da produção dos animais, de outro, o rendimento sobre a venda, que infelizmente hoje é cada vez menor. Fatores que comprometem os lucros e desanimam. Análise, difícil de ser aceita por quem produz alimentos, proteína, que abastece milhões de pessoas todos os dias. “Não temos lucros, somente despesas. Então precisamos contar com os bancos, as cooperativas para financiar as dívidas e com isso manter a alimentação dos animais, até que a situação mude”, explica o suinocultor Cláudio Rovani.</p> <p>Expectativa. É com Esse sentimento que a suinocultura resiste aos longos cinco anos de instabilidade frequente. Mas é difícil compreender o motivo da falta de remuneração, quando se tem consumo, e o principal, apreciadores fiéis da carne suína, que não levam em conta o custo que possui no supermercado. “Não analisamos o preço, mas sim a qualidade. A carne suína é saudável, saborosa, em nossa casa sempre está em primeiro lugar”, declara o consumidor Adelar Ferreira.</p> <p>É a típica tradição brasileira, gente que está aprendendo a dar valor à qualidade de vida e pagar por esse preço, seja carne in natura ou em cortes, a carne suína, por aqui, sempre está presente de alguma forma. “De todas as maneiras, frita ou de panela. A Carne Suína combina com a tradicional polenta ou mandioca”, descreve a consumidora Carmen Sebem.</p> <p>Dona Carmen é uma das consumidoras que impulsionam a ampliação das vendas de carne suína no Brasil. E que, através desse consumo, pode ajudar a justificar o baixo preço pago aos produtores. Para atender a demanda interna e externa de carne suína, a produção e industrialização seguem em grande escala, o problema é que no meio do caminho, alguém decide parar de comprar. E mesmo assim o processo continua, sobrando muita carne no mercado interno. Resultado, crise no setor. “Por isso acreditamos que a Crise na Suinocultura vai permanecer dois ou três meses, mas a torcida é grande para que haja maior exportação. Não interessa quem irá exportar, o importante é que o excesso saia do mercado interno”, esclarece o presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster.</p> <p>Mesmo sem novos mercados de imediato, nos três primeiros meses do ano, já foram exportados mais de 123 mil toneladas de carne suína. “O Mercado Internacional é relativamente bom e precisa ser cultivado. Um exemplo que ainda não traz resultados positivos é a exportação da China, mas precisa ser mantido para desafogar a produção. Por outro lado contamos com mercados extremamente necessários, como Ucrânia, Rússia, Hong Kong”, acrescenta Lanznaster.</p> <p>Esforço em conjunto para desafogar o mercado. Pois quando há muita oferta, o preço cai. “Esse é o cenário da suinocultura desde o início do ano, a produção é muito grande e a comercialização não cresceu”, destaca o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Jonas dos Santos Filho.</p> <p>Os reflexos da falta de escoamento de carne suína nos primeiros meses do ano são observados por todo o setor. As chamadas oscilações de vendas e preços não trazem benefícios para ninguém quando o assunto é suinocultura. “Tanto o sistema integrado ou independente sente os reflexos da crise”, pontua Lanznaster.</p> <p>Entre os principais países que consomem carne suína estão: Hong Kong, Ucrânia, Rússia, Angola, Cingapura, Uruguai, Argentina. Destinos que fortalecem a produção do Brasil e trazem remuneração ao setor. Mas quando há quebra da importação, a situação é inversa. “A crise também reflete os problemas enfrentados devido às exportações para a Argentina e Rússia, situações que ajudaram a inflar o problema vivenciado hoje pela atividade”, destaca o pesquisador.</p> <p>E para barrar também o crescimento da suinocultura ou o escoamento da produção, o setor encontra outro problema, a demora na abertura de novos mercados. Mesmo com muitos países interessados por Santa Catarina, devido ao seu reconhecimento sanitário, a burocracia e a falta de uma política para o agronegócio, tornam os passos ainda mais demorados. “Existem exigências difíceis de cumprir, como a fiscalização na linha de abate, mas não é responsabilidade das indústrias, mas sim do governo, que não possui profissionais para inserir nas agroindústrias”. Um exemplo claro, os empresários coreanos e japoneses querem comprar carne de Santa Catarina, mas ainda não podem. Analisamos, portanto que é preciso mais vontade política”, esclarece Lanznaster, sobre a abertura de novos mercados.</p> <p>Com a falta de incentivo para o Agronegócio, em especial a produção de carnes, a preocupação das indústrias e dos produtores é com a desistência e o desinteresse de todos os envolvidos. Para o setor, falar de mercado não é fácil, mas é preciso dizer, que analisando a suinocultura, hoje o Brasil não está preparado para o crescimento que se propôs a incentivar. “Não, o governo não auxilia o setor de carnes, sempre há incentivo para as indústrias, mas para esse segmento não. O Agronegócio em si não recebe benefícios, pelo contrário, não está sendo visto como um setor que enfrenta dificuldades. O governo acredita que pelo fato de exportar a situação é positiva, mas posso afirmar, não é, precisamos de apoio, precisamos de olhares diferenciados para o setor de carnes, tanto é que existem muitos frigoríficos a venda, é só olhar e ver, o real cenário da suinocultura”, finaliza o presidente Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster.</p> Fonte: ACCShttp://meatworld.com.br/noticias/post/falta-de-atencao-politica-para-o-setor-das-carneshttp://meatworld.com.br/noticias/post/falta-de-atencao-politica-para-o-setor-das-carnes31Fri, 18 May 2012 10:58:10 -0300Argentina e Brasil devem levantar barreiras ao comércio bilateral<p>Os produtores brasileiros de carne suína terão, nos próximos dias, uma boa notícia da Argentina, um dos principais mercados consumidores. Ontem, os ministros de Relações Exteriores e de Indústria e Comércio do país vizinho garantiram que as dificuldades impostas pelo governo Cristina Kirchner à carne suína brasileira serão superadas.</p> <p>O polêmico ministro de Comércio Interior argentino, Guillermo Moreno, responsável pelas barreiras impostas aos produtores brasileiros, afirmou que "com a disposição do Brasil em adquirir nossos produtos, obviamente que o problema com a carne suína some". E completou: "Na realidade, ele já sumiu."</p> <p>Os ministros argentinos e brasileiros se reuniram por quase cinco horas, ontem, no Ministério das Relações Exteriores. Participaram do encontro os ministros argentinos Héctor Timerman, de Relações Exteriores, e Moreno, e, pelo lado brasileiro, os ministros Antônio Patriota (Relações Exteriores), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Mendes Ribeiro (Agricultura).</p> <p>As autoridades brasileiras acenaram aos argentinos que há "plena disposição" do governo Dilma Rousseff, segundo um ministro, em ampliar o consumo de bens exportados pelo vizinho.</p> <p>Entre esses produtos foram destacados os farmacêuticos, cítricos e uvas-passas - hoje "retidos" nos órgãos de controle do governo, como a Anvisa, além da recente imposição de licenças não automáticas (que ampliam o rigor na verificação dos produtos importados) a esses produtos.</p> <p>Esse compromisso do Brasil em ampliar as importações, porém, só ocorrerá se, antes, os argentinos retirarem as barreiras da carne suína. O gesto dos líderes argentinos presentes ontem no Itamaraty foi muito bem recebido pelo governo brasileiro.</p> <p>As dificuldades impostas pelos argentinos à carne suína brasileira se refletiram imediatamente. No ano passado, os produtores brasileiros exportaram US$ 115,2 milhões aos vizinhos, numa média de US$ 28,8 milhões por trimestre.</p> <p>No primeiro trimestre deste ano, as exportações despencaram - apenas US$ 16 milhões foram vendidos à Argentina. O déficit comercial da Argentina, principal motivo da iniciativa do governo de Cristina Kirchner, também caiu muito. No ano passado, o Brasil obteve superávit de US$ 5,8 bilhões no comércio com a Argentina, e nos primeiros três meses deste ano, o saldo foi de apenas US$ 968 milhões.</p> <p>"É fundamental para a Argentina que nosso déficit comercial com o Brasil seja reduzido", afirmou o ministro de Relações Exteriores argentino, Héctor Timerman. "Entendemos que o movimento brasileiro de dificultar a entrada de nossos produtos cítricos, de uvas, uvas-passas, de camarões, e lagostinos não são barreiras, mas devem ser superados. Vamos superar as dificuldades com a carne suína brasileira", disse ele.</p> <p>O Brazil se comprometeu a retirar as barreiras em 120 dias, se a Argentina fizer sua parte com os suínos. Nas contas de Timerman, se o governo brasileiro superar as barreiras apenas a remédios e camarões, os argentinos podem vender US$ 2 bilhões em produtos ao país, de imediato.</p> <p>A reunião foi convocada às pressas pelo ministro argentino, a pedido da presidente Cristina Kirchner. O Valor apurou que a necessidade de dólares por parte do governo argentino é crescente, e as recentes dificuldades impostas pelo Brasil, que aplicou licenças não automáticas aos produtos citados por Timerman ontem, não ajudam.</p> <p>As províncias argentinas terão déficit de 12,9 bilhões de pesos, e apenas a capital, Buenos Aires, e a província de Salto, têm tido acesso ao mercado internacional. Segundo comentaram, ainda assim, com a emissão de títulos a taxas de juros elevadas, de 9,5% a 9,9% ao ano.</p> <p>"Não é o momento para brigarmos entre nós, realmente", admitiu Timerman. Moreno disse aos ministros brasileiros, na reunião, que tem falado aos empresários argentinos que a crise mundial se prolongará até, no mínimo, meados de 2013.</p> <p>As autoridades brasileiras entenderam esse cenário como um sinal de que a política adotada pela Argentina, de condicionar a importação à exportação em igual valor ("uno por uno", em referência a "um dólar importado igual a um dólar exportado") por mais um ano.</p> <p>Os dois governos acertaram a criação de um conselho automotivo, que se reunirá periodicamente nos dois países, para avaliar o desempenho do comércio de veículos e autopeças entre os dois países. Pelo lado brasileiro participarão dois integrantes do Ministério do Desenvolvimento, o secretário-executivo, Alessandro Teixeira, e a secretaria de comércio exterior, Tatiana Prazeres.</p> <p>O governo argentino também antecipou que levará à próxima reunião do Mercosul, que ocorrerá em Mendoza (Argentina) no fim de junho, a proposta de elevar a taxa máxima da Tarifa Especial Comum (TEC), hoje em 35%, dos países do bloco.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://meatworld.com.br/noticias/post/argentina-e-brasil-devem-levantar-barreiras-ao-comercio-bilateralhttp://meatworld.com.br/noticias/post/argentina-e-brasil-devem-levantar-barreiras-ao-comercio-bilateral31Fri, 18 May 2012 10:52:31 -0300Exportações de carne bovina de MT recuam 11% no 1º quadrimestre<p>Apesar do menor patamar em que trabalham os embarques brasileiros neste início de ano, o volume exportado de carne bovina de Mato Grosso anda em compasso ainda menor que o do restante do país</p> <p>Enquanto os envios de carne do Estado para o exterior no primeiro quadrimestre do ano recuaram 11,8%, em comparação ao respectivo período de 2011, a soma dos embarques dos outros estados no mesmo período obteve recuo de apenas 1,6%.</p> <p>É nesse cenário em que as exportações trabalham em menores patamares, contrastando com o quadro de aumento da produção de carne em Mato Grosso neste período inicial do ano, no qual os abates foram, principalmente, puxados pela maior oferta de fêmeas. Desta forma, evidencia-se a maior participação do mercado interno no consumo do produto estadual, passando de 81% no primeiro trimestre de 2011 para 86% nos primeiros três meses deste ano.</p> <p>Tendo esse maior direcionamento da oferta das indústrias ao consumidor brasileiro se sustentado na robustez do mercado interno proporcionada pelo momento econômico favorável.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://meatworld.com.br/noticias/post/exportacoes-de-carne-bovina-de-mt-recuam-11-no-1-quadrimestrehttp://meatworld.com.br/noticias/post/exportacoes-de-carne-bovina-de-mt-recuam-11-no-1-quadrimestre31Fri, 18 May 2012 10:46:52 -0300Exportação australiana de boi em pé diminuiu no primeiro tri de 2012 <p>O total embarcado no período, 119,87 mil cabeças, representou uma queda de 20% frente ao mesmo período do ano passado.</p> <p>Tal volume foi o mais baixo para o período desde 2006.</p> <p>O principal fator apontado para a queda foi a limitação das licenças de exportação para a Indonésia, principal mercado para o produto.</p> <p>Aqui no Brasil houve um aumento de 1,4% nos embarques neste período, na comparação anual, com a exportação de 104,94 mil cabeças.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://meatworld.com.br/noticias/post/exportacao-australiana-de-boi-em-pe-diminuiu-no-primeiro-tri-de-2012http://meatworld.com.br/noticias/post/exportacao-australiana-de-boi-em-pe-diminuiu-no-primeiro-tri-de-201231Fri, 18 May 2012 10:44:46 -0300Preço da vacina cai e relação de troca é a melhor em 4 anos em MT <p>A relação de troca entre o preço da vacina adquirida pelo pecuarista de Mato Grosso para a campanha contra a febre aftosa e o valor pago pela arroba do boi gordo no estado atingiu em abril o melhor patamar de troca dos últimos quatros anos, indicou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Em suma, a menor despesa na hora de adquirir o insumo proporcionou a aquisição de mais doses por cada arroba do animal, explica Carlos Ivam Garcia, analista de mercado.</p> <p>"Na condição de troca, a moeda de troca para o pecuarista é a arroba do boi gordo. Quer dizer que com a venda hipotética de uma arroba do animal quantas vacinas eu consigo comprar", pontuou o especialista.</p> <p>De acordo com o Imea, a melhor relação de troca registrada no mês passado pode ser explicada pelo fator mercado.Em abril, o preço médio da dose atingiu R$ 1,16 e acumulou desvalorização de 19,2% em 12 meses.</p> <p>Enquanto isso, o preço médio pago pela arroba do boi, no mesmo período, recuou 8,4%. Conforme explica Garcia, mesmo com a menor remuneração ao produtor, a queda no preço da vacina tornou-se maior e contribuiu para que a relação de troca entre os produtos passasse de 64 doses a arroba em abril de 2011 para 72 doses por arroba em 2012.</p> <p>"O ideal é sempre diminuir o custo do insumo e ter a melhor remuneração pelo boi gordo. Houve esta vantagem porque ocorreu queda da arroba do boi no mesmo período. Essa variação é pontual e neste mês de vacinação apresentou queda. Mas em geral, não observamos isso", complementou ainda Carlos Garcia, do Imea.</p> <p>O contexto geral mencionado pelo especialista leva em conta as despesas totais que incidem sobre o pecuarista na hora de adquirir as vacinas utilizadas. Em Mato Grosso, mais de 12 milhões de animais devem ser vacinados contra a aftosa na etapa de maio e que abrange animais com até 24 meses. De acordo com os cálculos da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), o investimento deve atingir nesta fase R$ 15,3 milhões de reais.</p> Fonte: Agrodebatehttp://meatworld.com.br/noticias/post/preco-da-vacina-cai-e-relacao-de-troca-e-a-melhor-em-4-anos-em-mthttp://meatworld.com.br/noticias/post/preco-da-vacina-cai-e-relacao-de-troca-e-a-melhor-em-4-anos-em-mt31Fri, 18 May 2012 10:41:26 -0300Receita do Marfrig aumenta no 1º trimestre <p><em>Queda na cotação do boi gordo beneficiou resultado da empresa</em></p> <p>O lucro líquido do grupo Marfrig encerrou o primeiro trimestre em R$ 34,5 mi, alta de 46,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita liquida foi de R$ 5,23 bilhões, praticamente estável em relação ao resultado do primeiro trimestre de 2011, R$ 5,25 bilhões. As exportações registraram queda de 11,1% para R$ 1,68 bilhão.</p> <p>A queda no preço dos animais que a indústria abate e processa e dos grãos que transforma em ração para aves ajudou a reduzir os custos em 2,1% na comparação anual. A receita líquida de R$ 5,23 bilhões ficou praticamente estável em relação aos R$ 5,25 bilhões um ano atrás.</p> <p>“A elevação de câmbio é muito benéfica para as nossas margens, e uma eventual elevação de câmbio pode ser absorvida com relativa tranquilidade pela empresa para cálculo de endividamento", disse Ricardo Florence, diretor de Relações com Investidores, em teleconferência com analistas. A companhia vê "leve melhora" nas cotações de produtos exportados no segundo trimestre.</p> Fonte: R.I Marfrighttp://meatworld.com.br/noticias/post/receita-do-marfrig-aumenta-no-1%c2%ba-trimestrehttp://meatworld.com.br/noticias/post/receita-do-marfrig-aumenta-no-1%c2%ba-trimestre31Fri, 18 May 2012 10:38:26 -0300BOI GORDO: Aos poucos, pressão baixista ganha força <p>Aos poucos a pressão baixista ganha força.</p> <p>Em São Paulo, a referência para o boi gordo está em R$93,50/@, à vista, e R$94,50/@, a prazo.</p> <p>Desde meados de abril, a cotação do animal terminado tem recuado pelo menos R$0,50/@ por semana no estado.</p> <p>Os preços de balcão em São Paulo variam de R$91,00/@ e R$94,00/@, à vista. As escalas de abate estão heterogêneas e atendem, em média, quatro a cinco dias.</p> <p>No Triangulo Mineiro, a tentativa de compra a preços menores tem diminuído o ritmo das negociações. As programações, que estavam confortáveis, não evoluíram no início desta semana.</p> <p>No mercado atacadista de carne com osso, houve recuo para a ponta de agulha.</p> <p>Com o bom patamar da oferta de matéria prima e a demanda em ritmo lento, outros recuos não estão descartados.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/boi-gordo-aos-poucos-pressao-baixista-ganha-forcahttp://meatworld.com.br/noticias/post/boi-gordo-aos-poucos-pressao-baixista-ganha-forca31Fri, 18 May 2012 10:26:58 -0300Resultado do negócio de bovinos nos EUA faz ação da JBS despencar<p>O melhor desempenho das operações da JBS no Brasil no primeiro trimestre deste ano, impulsionado pela queda nos preços do boi gordo, não foi capaz de ofuscar, aos olhos do mercado, o impacto dos negócios de bovinos da companhia nos EUA, que sofreram com a escassez de animais para abate. Ontem, as ações da JBS caíram 8,83%, a maior baixa entre os papéis do Índice Bovespa.</p> <p>Segundo balanço divulgado na terça-feira, o lucro consolidado da JBS antes de juros, impostos e amortizações (Ebitda, em inglês) nos primeiros três meses do ano apresentou retração de 16,7% sobre o mesmo intervalo do ano passado, para R$ 696,5 milhões.</p> <p>No mesmo período, a unidade de negócios JBS USA Carne Bovina (que inclui as operações na Austrália) reportou um Ebitda negativo de R$ 45,4 milhões no trimestre, ante um Ebitda positivo de R$ 269,7 milhões um ano antes.</p> <p>"O maior desafio neste ano é o negócio de bovino nos EUA", admitiu o presidente da JBS, Wesley Batista, em teleconferência ontem com analistas de mercado. Segundo ele, a indústria americana enfrenta dificuldades para repassar ao consumidor o aumento dos custos de produção decorrente da escassez de animais para abate.</p> <p>Se o desempenho dos negócios de bovinos nos EUA decepcionou, o inverso ocorreu no Brasil, onde o mercado observa um aumento da oferta de boi gordo e uma queda nos preços da matéria-prima. No primeiro trimestre, a JBS Mercosul, que contempla as operações da empresa no Brasil, foi responsável por 73% do Ebitda total da companhia, porcentual bastante inferior à participação de 22,5% que a divisão teve na receita total da JBS, que chegou a R$ 16,011 bilhões no primeiro trimestre do ano.</p> <p>Entre janeiro a março, a JBS Mercosul registrou um Ebitda de R$ 508,6 milhões, salto de quase 65% em relação aos R$ 308,3 milhões apurados um ano antes. Na mesma comparação, a margem Ebitda passou de 8,6% para 13,3%.</p> <p>De olho nesse cenário favorável, a JBS está intensificando suas operações no país. Só neste ano, a companhia adquiriu ou arrendou 12 novas unidades de abate, que vão ampliar em 2 milhões de cabeças sua capacidade anual de abate (cerca de 8 mil cabeças-dia). Segundo o presidente da JBS, as 12 unidades devem representar um acréscimo de R$ 3 bilhões na receita anual da companhia, que em 2011 alcançou R$ 61,7 bilhões.</p> <p>Batista explicou que as novas operações devem ter um "altíssimo retorno sobre o capital investido, que é basicamente capital de giro", mas não revelou o preço pago aos proprietários das unidades "Se fôssemos comprar essas unidades, a depreciação seria maior do que o valor que vamos pagar pelo arrendamento", ponderou o executivo brasileiro.</p> <p>Questionado sobre a multa aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à Bertin em um processo de 2007 no qual a empresa - adquirida pela JBS em 2009 - é acusada de combinar preços com outros dois frigoríficos, o executivo afirmou que a JBS não deverá arcar com a multa.</p> <p>Uma decisão publicada nesta semana condenou o Bertin a pagar uma multa equivalente a 5% sobre o faturamento bruto da companhia no ano anterior à instauração do processo, que se arrastava desde 2005. De acordo com analistas, esse valor pode chegar a R$ 150 milhões.</p> <p>Batista disse que o acordo firmado com a Bertin isenta a JBS de qualquer responsabilidade, mas admitiu que o caso pode respingar na companhia. O executivo afirmou, ainda, que, nas contas dos advogados da JBS, a multa a ser aplicada é de apenas R$ 5 milhões.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://meatworld.com.br/noticias/post/resultado-do-negocio-de-bovinos-nos-eua-faz-acao-da-jbs-despencarhttp://meatworld.com.br/noticias/post/resultado-do-negocio-de-bovinos-nos-eua-faz-acao-da-jbs-despencar31Fri, 18 May 2012 10:11:54 -0300Agricultura salva PIB<p>Mais uma vez, a agricultura e o agronegócio estão salvando a economia e a balança comercial. Há produção e investimento. A safra agrícola atual, 2011/12, deve ser 1,7% menor que a anterior, de 160 milhões de toneladas, principalmente por causa da seca do Nordeste - uma quebra de 40%, mas o mercado interno continua plenamente atendido e as exportações aumentam.</p> <p>Esse cenário contrasta com os demais setores, que recebem mais atenção da mídia. Serve de exemplo e merece ser destacado, pois é um exemplo de grande êxito a seguir.</p> <p>Salva a balança. Com superávit comercial de US$ 20,8 bilhões de janeiro a abril e US$ 77,95 bilhões em 12 meses, o agronegócio continuou a ser o principal fator de segurança do setor externo. Sem ele, não haveria superávit, mas déficit. O Brasil tem 7% da produção mundial de grãos. No mundo, são 2,3 bilhões de toneladas e, no Brasil, 160 milhões.</p> <p>Da reforma cambial, em 1999, até hoje, as vendas externas de alimentos e agroprodutos aumentaram velozmente, 200% (!), enquanto as cotações das commodities se valorizavam apenas 23%, lembra Rolf Kuntz em artigo neste caderno, em 14 de março. E isso, apesar de os produtos brasileiros sofrerem feroz competição de países competidores com subsídios, protecionismos, manipulação cambial e até discriminação.</p> <p>O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja ainda estavam elevados, mas a cotação média de exportação tanto do farelo quanto do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente. A queda dos preços das commodities e dos produtos agrícolas foi compensada por maior agressividade do agricultor brasileiro, apoiada pelo governo, num mercado competitivo e em retração.</p> <p>O que pesa. O agronegócio participava no ano passado com 22,15 % do PIB. Sozinha, a agricultura participa com 70% e a pecuária com 30 %. O setor emprega cerca de 30 milhões de pessoas - entre 16 e 17 milhões encontram-se no setor primário e o restante nos diversos segmentos que compõem o setor.</p> <p>Não é de hoje que o Brasil vem investindo na diversificação de parceiros comerciais. Não dependemos de um ou dois mercados e, justamente por isso, não fomos afetados pela crise global da mesma forma que os Estados Unidos e os países europeus. O Brasil é hoje líder em café e suco de laranja, ou ocupa os primeiros quatro lugares no comércio mundial de alimentos.</p> <p>A grande vantagem. O Brasil está numa posição única: tem terras desocupadas ainda por explorar. Há no País pelo menos 50 milhões de hectares. O coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues, lembra que entre 1990 e 2010 a produção de alimentos cresceu nada menos que 173%, enquanto a área apenas 36%. E isso porque a produtividade cresceu 100%, diz ele. Há um espaço enorme para avançar sem ferir o meio ambiente.</p> <p>A OCDE coloca o Brasil entre os principais países para atender ao crescimento de 20% da produção mundial nos próximos 8 anos. E isso porque, diz a organização, sua produção de alimentos pode crescer 40% em média na década, enquanto o potencial da Austrália é de 17%, e do Canadá, Estados Unidos e União Europeia, apenas 4%.</p> Fonte: MSN/Estadãohttp://meatworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pibhttp://meatworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pib31Fri, 18 May 2012 10:08:04 -0300MT e 4 estados devem reunir 63% do valor de produção agrícola, diz Mapa<p>Cinco estados brasileiros devem concentrar em 2012 pelo menos 63,3% de todas as riquezas produzidas pela atividade agrícola do país. Os estados estão localizados nas principais regiões produtoras do Brasil, sendo dois na região Sudeste, dois no Centro-Oeste e um no Sul o país. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), juntos, os estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Goiás devem faturar neste ano R$ 133,9 bilhões com o exercício agrícola, detendo os maiores Valores Brutos da Produção (VBP).</p> <p>São Paulo deve contabilizar em 2012 o maior rendimento com a atividade agrícola do Brasil e deve arrecadar R$ 42,2 bilhões. Já Mato Grosso, que é o maior produtor brasileiro de grãos, apresenta a segunda maior arrecadação, com R$ 27,8 bilhões. As projeções são elaboradas a partir das estimativas de safra e os preços.</p> <p>O desempenho dos estados do Centro-Oeste fará com que, pela primeira vez, o Valor Bruto de Produção para a região supere o Sul. De acordo com o Mapa, para as duas localidades o VBP deve atingir, respectivamente, R$ 52,9 bilhões e R$ 42,7 bilhões.</p> <p>Cleber Noronha, analista de mercado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destaca que o avanço da região Centro-Oeste também se deve à chamada 'safra cheia'. "O Centro-Oeste está se desenvolvendo muito bem. Enquanto isso, no Sul, que registrou queda na produção deve gerar um VBP menor. Isso deu espaço para o Centro-Oeste subir", pontuou o especialista.</p> <p>Mas Noronha ressalva que apesar da cifra alta, o VBP não reflete em sua totalidade ao montante real que deve ficar nas mãos dos produtores. A análise do Mapa mostrou que na unidade federada seis culturas devem apresentar menor desempenho este ano: algodão, arroz, banana, café, mandioca e tomate. Enquanto isso, culturas como cana-de-açúcar, milho e soja devem registrar incremento no rendimento bruto anual.</p> <p>Brasil - No Brasil, indicou o Mapa, o Valor Bruto da Produção está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor inferior ao obtido no ano passado, em R$ 216,26 bilhões. Apesar do recuo, aponta o Mapa, deve se tornar o segundo maior valor desde 1997.</p> Fonte: G1http://meatworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapahttp://meatworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapa31Fri, 18 May 2012 10:04:30 -0300MSD Saúde Animal participa do Dia de Campo Leite no Sertão<p><em>A parceria entre empresas e cooperativa leva aos pecuaristas de Senhor do Bonfim e região resultados reais de tecnologia e propicia a produção de animais para o mercado</em></p> <p>A MSD Saúde Animal, em parceria com Beatriz Lobo, promovem o Dia de Campo Leite no Sertão, a ser realizado no dia 20 de maio, na Fazenda Brejinho (próximo à torre da Rádio Caraíba), a partir das 8 horas, no município de Senhor do Bonfim, Bahia.</p> <p>O evento tem por objetivo levar informação de qualidade ao produtor de leite, mostrar as várias tecnologias disponíveis em saúde, produção e reprodução animal além de impulsionar o uso dessas tecnologias por parte do produtor de leite, mostrando a necessidade da adoção dessas tecnologias com o intuito de se manter competitivo na cadeia produtiva do leite.</p> <p>Daniela Araújo Coutinho Nascimento, Médica Veterinária, Mestre em Ciência Animal nos Trópicos e Consultora em Pecuária da MSD Saúde Animal, acredita que eventos como esse ajudam a orientar o produtor rural, oferecendo as informações necessárias para que os produtores possam trabalhar de maneira eficiente e, assim, ofertar leite com maior qualidade ao mercado.</p> <p>“Os produtores presentes terão a oportunidade de aprender, trocar conhecimentos e tirar suas dúvidas com grandes profissionais das mais variadas áreas de atuação”, cita Daniela. Ela acrescenta ainda que os produtores assistirão a palestras com temas relevantes para a produção leiteira. “As palestras ajudarão na lucratividade das propriedades leiteiras, pois os assuntos tratados falam de problemas e dificuldades enfrentados no dia a dia das propriedades”, finaliza.</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertaohttp://meatworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertao31Fri, 18 May 2012 10:01:33 -0300Exportação de MT tem alta de 26,8% até abril <p>O balanço das exportações mato-grossenses neste primeiro quadrimestre do ano mostra crescimento na receita das vendas de 26,84% em relação ao observado em igual período do ano passado. De janeiro a abril, os embarques somaram US$ 3,93 bilhões, ante um saldo anterior de US$ 3,09 bilhões. O tripé formado pela valorização das commodities – especialmente as do complexo soja -, da apreciação do dólar frente ao real e da forte demanda mundial, explicam o ritmo inédito cravado no comércio internacional estadual em 2012.</p> <p>O valor acumulado nos últimos quatro meses, novamente um recorde para o período, mostra que Mato Grosso manteve faturamento médio mensal, em 2012, de cerca de US$ 1 bilhão, ante aproximadamente US$ 774 milhões/mês no ano passado.</p> <p>Com quase US$ 4 bilhões acumulados neste quadrimestre, Mato Grosso segue na oitava colocação entre os maiores exportadores brasileiros, ranking liderado pelo estado de São Paulo, cuja receita acumulada é de US$ 16,73 bilhões. “É importante registrar que Mato Grosso supera os estados de Santa Catarina e Bahia, que possuem economias bem mais estruturadas, o que evidencia nossa importância como gerador de divisas para o país”, observa o economista e proprietário da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro.</p> <p>A balança comercial mato-grossense no quadrimestre também traz resultado positivo, fruto do incremento das exportações, em 26,8%, e da queda das importações em 5,3%, que no período comparado passaram de US$ 450,22 milhões em 2011 para US$ 426,37 milhões em 2012. A balança comercial – exportações menos as importações - registrou superávit de US$ 3,5 bilhões, valor 32% maior do que o saldo de US$ 2,65 bilhões do mesmo período do ano passado, “cravando mais um recorde histórico”, frisa Timo Ribeiro. Ainda como acrescenta o economista, o Estado acumula mais um resultado extremamente importante dentro do comércio internacional do país, ao figurar como o quarto maior superávit do quadrimestre, US$ 3,50 bilhões, atrás apenas de Minas Gerais (US$ 6,65 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 4,98 bilhões) e do Pará (US$ 3,85 bilhões).</p> <p>A PAUTA - Timo Ribeiro chama à atenção para distribuição da pauta estadual de produtos. “Mais uma vez, houve forte concentração em nossa pauta exportadora, com expressivo crescimento da participação dos produtos do complexo soja com aumento em 10 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Tal posição deve ser revertida ao longo do ano, com maiores embarques de milho, algodão e carnes, principalmente”. De janeiro a abril deste ano, como explica, dos US$ 3,93 bilhões faturados pelo Estado com as exportações, US$ 3,03 vieram das vendas do complexo, o que representa 77,1% do total estadual. No ano passado a participação era de 67,7%, de um total de negócios em US$ 2,09 bilhões.</p> <p>Destaque na pauta estadual até abril é a inversão dos negócios. Em abril do ano passado, por exemplo, o milho já era o segundo produto de maior peso na pauta estadual, superando o complexo carnes. Como a safra do cereal no ano passado foi menor do que o esperado, quase não havia estoques para se negociar neste ano e por isso o milho cedeu lugar às carnes. O cereal exibiu receita de US$ 461,63 milhões no primeiro quadrimestre do ano passado e em 2012 caiu para US$ 172,76 milhões. Com negócios 62% menores, a participação do milho no total exportado pelo Estado passou de 14,9% para 4,4%.</p> <p>Como destaca Timo Ribeiro, as exportações do complexo soja totalizam aumento de 44% em valor, especialmente por conta do forte aumento dos embarques físicos principalmente de óleo, soja em grão e farelo, com 132,6%, 44,6% e 42,4% respectivamente. “Esses resultados foram nitidamente influenciados pela demanda internacional e pelo câmbio favorável pela desvalorização do real de 17% no período analisado, o que é muito positivo para nossa vendas”, aponta o economista.</p> <p>As exportações do complexo carne registraram pequeno aumento de 1,6%, com faturamento de US$ 399,74 milhões ante US$ 393,43 milhões. A carne frango mesmo com o pequeno aumento físico de 2,4% atingiu 64,7 mil toneladas, volume maior do que os embarques de carne bovina de 52,18 mil toneladas, mantendo a tendência iniciada no primeiro trimestre do ano passado. O faturamento com o produto cresceu 13,8% dado o aumento de 11,1% no preço. As outras carnes, especialmente a suína continuam retraídas em função da manutenção do embargo russo.</p> <p>“O crescimento acelerado dos embarques estaduais de carne de frango mostra a avicultura se consolidando como uma nova e dinâmica cadeia produtiva estadual, oportunizando a agregação de valor via conversão de proteína vegetal em proteína animal. Embora ainda sentindo fortemente o embargo russo, o desempenho registrado pelo segmento frigorífico, pelo que representa para a agregação de valor e geração de emprego e renda, é um feito da mais alta relevância, consolidando Mato Grosso como player mundial na produção de alimentos”, defende Timo Ribeiro.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://meatworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abrilhttp://meatworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abril31Fri, 18 May 2012 09:58:08 -0300Três anos após a fusão, valor de mercado da BRF é duas vezes maior<p>Três anos após o anúncio da união entre Perdigão e Sadia, a empresa de alimentos resultante, a BRF-Brasil Foods, está mostrando que entre suas especialidades está a matemática, além de carnes de aves e suínos, pratos prontos e embutidos, entre outros produtos. A companhia que surgiu da união das duas rivais vale hoje o dobro do que eram avaliadas as empresas juntas antes da combinação. O valor de mercado do negócio está próximo de R$ 30 bilhões - o dobro dos R$ 15 bilhões marcados ao fim do primeiro pregão após a Perdigão incorporar o controle da Sadia, em 8 de julho de 2009.</p> <p>Embora ainda existam desafios à gigante - cada vez mais e maiores -, a percepção do mercado sobre o negócio indica que as companhias tinham mesmo é que se juntar, desde os tempos em que o apelido dessa união era "Sadigão".</p> <p>A BRF está se apropriando dos pontos positivos de cada uma: o prêmio que os investidores atribuíam na bolsa à governança da Perdigão e o prêmio que os consumidores pagavam pela marca Sadia no supermercados.</p> <p>Nem sempre fusões resultam numa conta positiva. Muitas vezes, as diferenças culturais praticamente impedem a criação de valor, pois dificultam a combinação.</p> <p>A BRF também se beneficiou de um momento positivo da economia doméstica. O aumento da demanda interna reduziu o impacto do enfraquecimento do mercado internacional. A crise financeira deixou consequências profundas e duradouras nas economias dos países desenvolvidos.</p> <p>No mesmo período da combinação das companhias, o Índice Bovespa saiu de 49.177 pontos para os atuais 55.887 pontos, alta de 13,64%. Já o Índice do Setor de Consumo saltou de 976 pontos para 1.949 pontos, indicando a concentração do apetite dos investidores por companhias ligadas à economia interna.</p> <p>Apesar de fruto de um cenário extremo - a quebra da Sadia após as perdas de R$ 2,55 bilhões com derivativos cambiais em 2008 -, a BRF deixou as dificuldades financeiras para a história. Já alcançou a nota de grau de investimento pelas três principais agências de classificação de risco de crédito.</p> <p>Os múltiplos de negociação da BRF estão muito mais para Perdigão do que para Sadia, que mesmo antes dos derivativos sofria os descontos atribuídos pelos investidores sob argumentos de preocupação com uma gestão familiar.</p> <p>Não surpreende, portanto, que os fundos de pensão que formavam o bloco com a maior posição da empresa estejam realizando alguns lucros e, por isso, com a menor participação na companhia desde a fusão: 26,55% do negócio.</p> <p>Esses fundos compraram a Perdigão, em 1994, da família Brandalise e estão vendendo a Sadia duas vezes maior e profissionalizada, quase 20 anos depois.</p> <p>Em setembro de 2011, foi a primeira vez que a fatia das fundações ficou abaixo de 28% da BRF. Desde então, as vendas de ações realizadas ultrapassam R$ 550 milhões - redução equivalente a 1,5% do capital da empresa. Só em março, foram R$ 235 milhões.</p> <p>O valor de mercado da BRF evoluiu de maneira muito mais veloz do que a receita das empresas combinadas. Quando unificadas, Perdigão e Sadia somavam receita líquida da ordem de R$ 22 bilhões. No ano passado, a receita líquida da BRF somou R$ 25,7 bilhões - pouco mais de 10% de expansão. O volume de carnes produzido subiu de 5,3 milhões de toneladas, em 2009, para 5,8 milhões em 2011 - alta também da ordem de 10%.</p> <p>É pela avaliação de que o negócio caminha no rumo certo que a capitalização evoluiu e também pelas sinergias capturadas com a fusão. A expectativa é que a partir deste ano a economia anual fique em torno de R$ 1 bilhão - o dobro do inicialmente projetado. No primeiro ano, o ganho ficou em R$ 500 milhões e, no ano passado, o saldo bruto foi de R$ 700 milhões.</p> <p>A combinação das companhias ainda não alcançou sua plenitude. Isso porque a integração dos negócios ocorreu de maneira parcelada, no aguardo do acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), obtido em julho do ano passado. Inicialmente, apenas a parte financeira pôde ser integrada, em função da urgência da situação da Sadia.</p> <p>É por isso, e pelos planos da empresa, que os analistas acreditam que a companhia vale ainda mais. A média dos preços-alvo dos analistas registrada pela Bloomberg indica que a empresa deveria valer mais de R$ 36 bilhões. Na prática, significa que as ações cotadas a R$ 32,99 ontem, deveriam encerrar 2012 valendo R$ 41,46, na conta média de 20 especialistas, conforme a Bloomberg.</p> <p>Logo após os compromissos firmados com o Cade, em julho, a BRF anunciou os planos de chegar a 2015 com R$ 50 bilhões de faturamento líquido - quase o dobro do que encerrou o ano passado. Desde então, a companhia teve valorização de 26,7% e agregou R$ 6 bilhões de valor de mercado.</p> <p>A companhia tem hoje 45% da receita proveniente do mercado interno, 10% de produtos lácteos e 5,6% do segmento chamado de "food service" - como fornecedora para as chamadas refeições fora do lar. O restante é proveniente das exportações.</p> <p>A BRF vende seus produtos em mais de 140 países, com 19 escritórios fora do Brasil e sete unidades produtivas. Agora, a companhia está construindo uma unidade em Abu Dhabi.</p> <p>O desafio da BRF ao longo desses próximos anos é a consolidação do setor de alimentos no modelo de companhias fornecedoras de proteína animal. Esse conceito coloca todas elas, as produtoras de carne bovina e as de aves e suínos, lado a lado.</p> <p>É esse modelo que explica as empresas originalmente de bovinos, como Marfrig e JBS, a atuarem mais em aves e suínos. E, ao mesmo tempo, explica a entrada da BRF em carne bovina. A lógica disso é simples: a demanda. O cliente quer facilitar cada vez mais sua vida e centralizar as compras num único fornecedor.</p> <p>Por enquanto, a companhia não sofre ameaças de consolidação no atual cenário do setor. Contudo, sofre sim limitações como consolidadora. Com a união das duas maiores empresas de alimentos na área de proteína animal, Perdigão e Sadia, há pouco espaço para aquisições no Brasil. Fora do país, contudo, a empresa segue com potencial e apetite para expansão.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://meatworld.com.br/noticias/post/tres-anos-apos-a-fusao-valor-de-mercado-da-brf-e-duas-vezes-maiorhttp://meatworld.com.br/noticias/post/tres-anos-apos-a-fusao-valor-de-mercado-da-brf-e-duas-vezes-maior31Fri, 18 May 2012 09:54:55 -0300Pecuaristas oficializam mobilização<p>Mais de 1.500 produtores rurais, entidades representativas do setor produtivo, políticos e autoridades de todo Brasil, participaram do Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos, realizado na noite da última quinta-feira, em Campo Grande (MS). Os discursos tinham a mesma tônica de cobrança, para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pare de promover o monopólio de poucas indústrias frigoríficas, com dinheiro público, provocando sérias consequências em toda cadeia da carne.</p> <p>“A concentração dos frigoríficos nas mãos de poucos grupos atinge não só o produtor rural, que fica refém das indústrias, mas também o consumidor que não tem opção de compra”, disse o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), José João Bernardes. Ele ressalta que “o setor não aceita essa situação e vamos desencadear uma série de ações para evitar que continue”.</p> <p>Para pontuar o que o setor pretende fazer, foi feita uma carta com as principais diretrizes para frear a liberação de recursos públicos, via BNDES, para capitalizar grupos frigoríficos “viabilizando seu crescimento e forte inserção em mercados estrangeiros”. Na carta escrita em conjunto pelos representantes das entidades do setor produtivo, consta que “a concentração, alavancada com recursos públicos, afeta a rentabilidade do negócio pecuário e, consequentemente, dificulta a sustentabilidade do setor, baseada no tripé: ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável”.</p> <p>Os pecuaristas querem também que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cadê) analise os procedimentos de aquisição das indústrias frigoríficas e acompanhe a interferência e desdobramentos dessas aquisições, “onde claramente se nota o abuso de poder econômico utilizando-se, como já foi dito, de dinheiro público”. Outra decisão dos pecuaristas foi a criação de um Conselho Nacional de Pecuária de Corte, com o objetivo de encaminhar as questões da cadeia da carne nas instâncias políticas, administrativas e institucionais pertinentes.</p> <p>“Essa carta será entregue à Frente parlamentar da Agropecuária da Câmara Federal e no Senado para que o assunto seja levado ao governo federal”, anunciou o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrisul), Francisco Maia.</p> <p>O segundo encontro do Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos já tem data e local. O próximo encontro será realizado em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 9 de julho, e coordenado pela Acrimat.</p> <p>DADOS - Mato Grosso tem o maio rebanho bovino do Brasil, com 29,1 milhões de cabeças e onde a concentração de grupos frigoríficos é grande. O Estado possui 39 frigoríficos habilitados com a inspeção federal, mas, apenas 27 estão funcionando. Somada a capacidade de abate dos frigoríficos instalados chega a 38.457 cabeças/dia, considerando os frigoríficos em funcionamento, cai para 30.802 cabeças/dia. Da capacidade instalada total do Estado em 2012, apenas o grupo JBS controla 48%, em 2008 este número era de 14%. O grupo JBS ainda detém 100% da capacidade de abate em operação nas regiões Nordeste e Noroeste do Estado.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://meatworld.com.br/noticias/post/pecuaristas-oficializam-mobilizacaohttp://meatworld.com.br/noticias/post/pecuaristas-oficializam-mobilizacao31Fri, 18 May 2012 09:50:42 -0300Falta de Remuneração e Custo de Produção impedem a rentabilidade do produtor<p>Em poucos anos a suinocultura se transformou em uma atividade que garante um produto de excelência com qualidade. Conforme os produtores foram adotando as mudanças e aprimorando as propriedades mais difícil foi para manter-se na suinocultura e pagar pelo Custo de Produção. “Investimento é prioridade para a suinocultura”pontua o suinocultor Gilvânio Bussetti. Gilvânio é filho de suinocultor, resolveu seguir na atividade e ajudar seus pais mas antes investiu em profissionalização formou-se e hoje tenta sempre reverter às situações difíceis com base na informação. E quando o assunto é Custo de Produção é preciso sim muito conhecimento. É necessário entender as entre linhas do Mercado da Suinocultura e interpretar bem todos os detalhes da propriedade. Seja independente ou integrado o produtor que deseja manter-se vivo precisa avaliar tudo ser um empresário rural. “O produtor de hoje não pode ser o mesmo de 20 anos atrás hoje ele precisa saber quanto custa cada ação na propriedade. É preciso investir em qualidade apostar na eficiência da ração e em todos os demais detalhes da granja”destaca o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Jonas dos Santos Filho.</p> <p>Uma conta necessária que não pode ser ignorada pelos produtores. É preciso avaliar os Custos Fixos Variáveis e Operacionais. Para a Embrapa Suínos e Aves que calcula mensalmente os Custos de Produção da Suinocultura a Nutrição está em primeiro lugar na escala de despesas. Representa 77% do total do custo (Fevereiro/2012). Dado que justifica a preocupação dos suinocultores quando o valor remunerado não cobre ao menos o maior dos seus impactos os insumos. “No interior não encontramos mais milho para comprar os produtores que produzem utilizam os insumos para o seu próprio consumo. Desta forma precisamos comprar milho de fora do estado que custa cada vez mais. Milho subsidiado pelo governo não vem e quando é disponibilizado chega em péssima qualidade”conta o suinocultor Cláudio Rovani.</p> <p>Segundo a Embrapa em média o milho representa 65% do composto formado para alimentar os animais. “O restante é farelo de soja que nos últimos anos foi o “menino querido” para a produção agropecuária devido aos preços baixos e estáveis. Mas esse ano com as crises na Argentina e Brasil diminuiu a oferta de soja e o preço segue crescente”acrescenta o pesquisador. Diferença que já pesa na conta final. Quem é produtor sabe é preciso avaliar todas as despesas. No Custo total além da nutrição investimentos com Instalações, Equipamentos e Rebanho somam mais de 7,72% seguido pelo custo com Mão de Obra 4,5%. “É sem dúvida o grande problema da suinocultura a falta de mão de obra prejudica os produtores hoje não há qualificação”explica Bussetti.</p> <p>A falta de mão de obra não é um problema exclusivo da suinocultura trabalhar no interior independentemente do setor deixou de ser atrativo para os trabalhadores. Apesar dos benefícios serem os mesmos como carteira assinada é difícil encontrar profissionais que se submetam a lidar nas propriedades. Dificuldade que gera despesa para os suinocultores devido à rotatividade de funcionários e o excesso de trabalho. “Com isso duas possibilidades existem ficar sem colaborador ou contratar alguém que pelo menos faça o trabalho de limpeza na propriedade”acrescenta o suinocultor Siegmar Ruppenthal.</p> <p>Eles se viram como podem buscando possibilidades para controlar o Custo de Produção que carrega também o peso do Transporte, Sanidade, Energia Elétrica e Outras variáveis. Mas para manter as propriedades funcionando é preciso colocar no papel as despesas fixas e operacionais como a reposição de matrizes. Dados e números que dependem da remuneração obtida pelo quilo do animal comercializado. “O ideal é um Preço Justo para produzir o valor pago não poderia ser menor que R$ 2,60 kg”destaca Ruppenthal.</p> <p>Lucro que hoje não consegue ser obtido pelos produtores. Diferentemente dos insumos como milho, soja e café negociados pelo mercado futuro. “É um sonho para a suinocultura mas devido às dificuldades de ser operacionalizado já que a grande parte da produção é da indústria. Mas para ter um preço mínimo é preciso à união dos suinocultores eles precisam montar suas bolsas e fortalecer o setor para dar maior transparência na formação do preço”completa Jonas.</p> <p>“Hoje todos estão esgotados são dois meses de rentabilidade e quatro meses sem. Com isso não conseguimos ao menos incentivar os filhos a ficar na propriedade”conta Rovani. Posição que infelizmente hoje é unânime entre os suinocultores. Custo de Produção elevado demais falta de rentabilidade e desistência da atividade suinícola. “Como está hoje certamente está com seus dias contados”finaliza o suinocultor Siegmar Ruppenthal.</p> Fonte: ACCShttp://meatworld.com.br/noticias/post/falta-de-remuneracao-e-custo-de-producao-impedem-a-rentabilidade-do-produtorhttp://meatworld.com.br/noticias/post/falta-de-remuneracao-e-custo-de-producao-impedem-a-rentabilidade-do-produtor31Fri, 18 May 2012 09:48:39 -0300Biólogos promovem cerco à bactéria que infesta granjas<p>O Journal of Bacteriology aceitou para publicação um artigo assinado por pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) referente ao sequenciamento do genoma de uma linhagem da Escherichia coli, causadora de processos infecciosos em frangos de corte e galinhas poedeiras. O artigo tem como autora principal Thaís Cabrera Galvão Rojas, doutoranda orientada pelo professor Wanderley Dias da Silveira, do Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes. Trata-se do segundo trabalho publicado sobre o tema (à exceção de outro nos EUA) e o primeiro na América Latina e Europa.</p> <p>Thaís Cabrera explica que linhagens APEC (Avian Pathogenic Escherichia coli) causam doenças extra-intestinais em diferentes espécies de aves. "Nesse trabalho estamos apresentando o draft genoma - que é o resultado da montagem de porções sequenciadas do genoma - de uma linhagem brasileira (SCI-07) isolada de lesões peri-orbitais de tecidos de uma galinha poedeira portadora da síndrome da cabeça inchada. Genes de virulência foram localizados na sequência de nucleotídeos que constitui o genoma, com o objetivo de caracterizar essa linhagem como sendo APEC", resume a pesquisadora.</p> <p>Os dados do sequenciamento foram depositados no banco de dados de genomas do National Center for Biotechnology Information (NCBI). Há apenas um ano, Wanderley Silveira falou ao Jornal da Unicamp sobre outro trabalho coordenado por ele, visando igualmente linhagens vacinais a partir da E. coli APEC. "Antes procurávamos genes ao acaso e verificávamos se estavam relacionados com patogenicidade. Agora, fizemos o contrário: sequenciamos a amostra inteira e, no genoma da mesma, procuramos os genes possivelmente relacionados a doenças para promover uma mutação dirigida, que é mais eficiente no processo de obtenção de linhagens vacinais", esclarece o professor.</p> <p>Na opinião de Silveira, a publicação dos dados referentes ao genoma ajudará no desenvolvimento de novas vacinas e servirá a outros pesquisadores. "A publicação do genoma facilitará a detecção, em meio a aproximadamente cinco mil genes presentes na E. coli, daqueles relacionados a doenças -- e, nestes, fazer uma mutação sítio-dirigida para verificar quais linhagens mutadas perdem a patogenicidade e podem ser utilizadas como vacina. Estes resultados também indicam produtos gênicos (proteínas) que podem ser utilizados para o desenvolvimento de vacinas contendo epítopos antigênicos. É um método mais eficiente do que aquele que descrevi na outra entrevista".</p> <p>As doenças causadas por E. coli, em aves comerciais, vão desde uma septicemia (infecção) generalizada, que leva à sua morte, até outras localizadas, como a síndrome da cabeça inchada (objeto específico do trabalho de Thaís Cabrera), que implica em condenação da carcaça nos abatedouros; a bactéria também produz celulite, onfalite e coligranulona. "Este tipo de E. coli tem uma importância econômica bastante grande para o Brasil, que é o terceiro maior produtor mundial de carne de aves e o primeiro exportador. O setor responde por 1,5% do PIB, num valor anual de 5 bilhões de dólares. Isso sem considerar o enorme consumo interno de um produto de grande valor nutricional e o emprego direito e indireto de milhares e milhares de pessoas", afirma Wanderley Silveira.</p> <p>Pesquisa maior</p> <p>Thaís Cabrera está na metade do doutorado, sendo que o artigo a ser publicado no Journal of Bacteriology é apenas parte de uma pesquisa maior, dentro do Laboratório de Biologia Molecular Bacteriana. Na verdade, o grupo do IB possui mais três linhagens bacterianas com o DNA sequenciado, cada uma delas causadora de um tipo de doença. "O que anunciamos no artigo é que sequenciamos esse genoma e confirmamos que a bactéria, devido à presença de determinados genes já bastante estudados e relacionados à doença, é realmente patogênica para aves. Agora faço um trabalho de comparação com os outros três genomas sequenciados, que ainda está muito no começo", diz a autora.</p> <p>Ela observa que a quantidade de informações obtidas num sequenciamento é extremamente grande e a maior dificuldade vem depois, na verificação do que é cada gene e a sua utilidade. "Sempre vamos achar coisas novas em bactérias, mas o trabalho de prospecção ainda é muito árduo. Por isso, normalmente se faz o contrário, sequenciando determinado gene, que é um trabalho menor. Os pesquisadores ainda estão aprendendo a organizar todos os dados de um genoma para que se possa descobrir e extrair o que realmente tem relevância."</p> <p>Segundo Wanderley Silveira, a pessoa habilitada para fazer esta prospecção de genes é essencialmente o bioinformata. "O Brasil vem mostrando um avanço em diferentes áreas das ciências biológicas, principalmente por causa do advento de técnicas como a biologia molecular e a bioinformática. Mas, apesar de todos os estímulos que são oferecidos, ainda não existem pesquisadores formados em número suficiente nesta área. Thaís está aprendendo e, só nesse tempo de aprendizagem, já conseguiu ter um trabalho aprovado por uma publicação internacional."</p> <p>O professor do IB ressalta que há falta de recursos humanos em sua área de pesquisa como um todo, visto que o enfoque maior, de maneira geral, é dado a linhagens bacterianas de origem humana. "Temos no país grupos trabalhando em microbiologia, dentro dela os envolvidos com bacteriologia e, mais especificamente, os interessados em E. coli. É um nicho ainda pequeno, mas alguns grupos estão se fortalecendo e o nosso vem formando várias pessoas que atuam na área e já estão em outras universidades. O que faz o sistema científico funcionar é a disponibilidade de verba. Esse tipo de publicação vai dar maior visibilidade ao grupo, a fim de atrairmos mais recursos e alunos para serem formados nas diferentes especialidades, inclusive em bioinformática."</p> <p>Colaboradores</p> <p>Para viabilizar seu trabalho, Thaís Cabrera contou com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fapesp, além da colaboração de Gonçalo Guimarães Pereira, do Laboratório de Genômica do IB, na parte de bioinformática.</p> <p>O artigo para o Journal of Bacteriology, intitulado The draft genome of a Brazilian Avian Pathogenic Escherichia coli (APEC) strain and in silico characterization of virulence related genes, tem ainda os seguintes autores: Lucas Pedersen Parizzi, Monique Ribeiro Tiba, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira e Wanderley Dias da Silveira, todos do Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes do IB; Lihong Chen e Jian Yang, do Instituto de Biologia de Patógenos do Union Medical College de Pequim (China); e JunYu e Vartul Sangal, do Instituto de Farmácia e Ciências Biomédicas da Universidade de Strathclyde (Glasgow, Reino Unido).</p> <p>Vacina deve chegar ao mercado em até 4 anos</p> <p>O professor Wanderley Silveira afirma que os estudos realizados pelo seu grupo não têm importância apenas localizada, mas nacional, pois envolvem bactérias causadoras de processos infecciosos em aves de todo o país. "Temos linhagens das regiões Sul, Nordeste e Sudeste: Rio Grande do Sul e Paraná são grandes produtores de aves e Pernambuco tem este setor como segunda economia, enquanto no Estado de São Paulo há grande produção de ovos e aves de corte. Nosso sonho é obter linhagens vacinais brasileiras que possam ser utilizadas em plantéis de todas as regiões. O ideal seria uma linhagem única, contra o maior número de doenças, mas quatro linhagens talvez possam abarcar todas as patogenias. Pretendemos lançar esses produtos no mercado em três ou quatro anos."</p> <p>Em relação a possíveis colaborações com o setor privado, o pesquisador admite que tem feito contatos, mas considera que o desenvolvimento de ciência na indústria ainda é muito incipiente. "Geralmente, eles querem um trabalho já pronto, não têm paciência para esperar algum resultado. Tenho conhecimento de que produtos desenvolvidos em outros países podem ser trazidos para comercialização no Brasil. Entretanto, como não são linhagens brasileiras, não possuem necessariamente os mesmos mecanismos de patogenicidade que as nossas. Mas estão prontas para serem usadas, que é o que a indústria deseja."</p> Fonte: Jornal da Unicamphttp://meatworld.com.br/noticias/post/biologos-promovem-cerco-a-bacteria-que-infesta-granjashttp://meatworld.com.br/noticias/post/biologos-promovem-cerco-a-bacteria-que-infesta-granjas31Fri, 18 May 2012 09:43:31 -0300Mercado de suíno mostra recuperação em maio<p>Preço ainda é 4,3% menor que o do mesmo período do ano passado</p> <p>O mercado de suínos terminados ganhou fôlego em maio. Depois de alcançar, na primeira quinzena de abril, o menor preço nominal desde 2009 (R$37,00 por arroba), o mercado começou a se recuperar e se mantém firme no mês atual, em R$44,00 por arroba. Apesar disso, o valor é 4,3% menor do que o registrado há um ano.</p> <p>No mercado externo, embora a Rússia tenha retomado, em abril, o posto de maior comprador do Brasil, com 13,9 mil toneladas de carne suína exportada - o que corresponde a 29,15% do total embarcado naquele mês - a Argentina mantém as restrições. Para o país vizinho, o volume exportado no último mês foi 473 toneladas, uma queda de 85% em relação ao mesmo período de 2011.</p> <p>Com a entrada da segunda quinzena do mês, a tendência é que o consumo interno recue, o que pode tirar a sustentação dos preços pagos ao produtor.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/mercado-de-suino-mostra-recuperacao-em-maiohttp://meatworld.com.br/noticias/post/mercado-de-suino-mostra-recuperacao-em-maio31Thu, 17 May 2012 15:06:15 -0300Aviagen realiza importante trabalho na Diplomata<p>MAIO 17, 2012 - CAMPINAS, SP - BRASIL – A Aviagen, empresa líder mundial em genética de aves, realizou um importante trabalho de assistência técnica na Diplomata, tradicional empresa do Sul do Brasil. Um evento foi realizado pela equipe de serviços técnicos da Aviagen América Latina, com foco em sanidade em matrizes e frangos de corte. O evento contou também com a presença de Roberto Soares, veterinário brasileiro que é sediado na Aviagen Inc., nos Estados Unidos.</p> <p>“Este evento foi realizado com praticamente toda equipe de campo da Diplomata, alternando entre as equipes de granjas de matrizes (recria e produção), incubatório e frangos de corte”, comentou Luiz Francisco Mansano, supervisor regional de vendas da Aviagen na região. Segundo Dimitri Freitas, sanitarista corporativo da Diplomata, “eventos dessa natureza são extremamente eficazes e a Diplomata agradece pela realização deste evento, especialmente em função do produto Ross ter um número bastante expressivo de aves na empresa”, complementou.</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/aviagen-realiza-importante-trabalho-na-diplomatahttp://meatworld.com.br/noticias/post/aviagen-realiza-importante-trabalho-na-diplomata31Thu, 17 May 2012 15:03:31 -0300Presidente do SINDAN assume cargo de Diretor da IFAH<p><em>Ricardo Pinto irá representar a indústria de produtos para a saúde animal na Internacional Federation for Animal Health</em></p> <p>O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), Ricardo Pinto, foi eleito Diretor da IFAH (Internacional Federation for Animal Health), entidade internacional que representa a indústria de produtos para a saúde animal, em Bruxelas, na Bélgica, no início de abril, representando as Américas do Sul e Central.</p> <p>A Assembléia Geral de 2012 foi conduzida pelo presidente da entidade Juan Ramón Alaix, principal executivo mundial da Pfizer Animal Health, e secretariado pela diretora executiva da entidade Bárbara Freischem. No evento, foram apresentados em seminários discussões de estratégias futuras além das prioridades para o setor veterinário mundial.</p> <p>Um dos focos da IFAH é assegurar que as decisões sejam tomadas com base na ciência, propiciando segurança alimentar ao consumidor, principalmente nas questões relacionados a novos produtos, com base nos organismos de registros e entidades internacionais.</p> <p>Mais informações: www.ifahsec.org</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifahhttp://meatworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifah31Thu, 17 May 2012 14:50:17 -0300Custo de produção de frangos chega ao índice mais alto em 12 meses; ICPSuíno/Embrapa cai em abril<p>O Índice de Custo de Produção de Frangos de corte feito pela Embrapa Suínos e Aves (ICPFrango/Embrapa), empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, subiu 2,72% em abril em comparação a março. O ICPFrango/Embrapa chegou a 145,90, ante 142,04 verificado no mês anterior.</p> <p>Segundo o levantamento da Embrapa, o grupo de insumos pintos de um dia, bem como o grupo nutrição, apresentaram taxas de variação de 1,33% e 1,03%, respectivamente, pressionando a alta do índice. Em 2012, o ICPFrango/Embrapa acumula 12,35%.</p> <p>ICPSuíno/Embrapa - Já o Índice de Custo de Produção de Suínos foi de -0,57% em abril em comparação a março. O ICPSuíno/Embrapa chegou a 141,23, ante 142,03 verificado no mês anterior. No acumulado do ano, o ICPSuíno/Embrapa chega a 0,85%.</p> <p>A diminuição no índice em abril foi devida a uma retração nos preços do milho. A queda verificada para o grupo de insumos manutenção, financeiro, Funrural (-0,15%) deu-se em função das baixas nos preços de mercado dos suínos vivos e prontos para o abate, sobre o qual incide a taxa de 2,3% relativa ao Funrural.</p> <p>CIAS - O ICPSuíno/Embrapa e o ICPFrango/Embrapa foram criados em 2011 pela equipe de sócio-economia da Embrapa Suínos e Aves. A evolução dos índices nos últimos 12 meses, a estrutura de ponderação para os cálculos dos índices de custos de produção, as variações percentuais do mês e os acumulados no ano podem ser conferidos no site da CIAS (Central de Inteligência de Suínos e Aves) da Embrapa, na página eletrônica www.cnpsa.embrapa.br/cias.</p> <p>Sobre os índices - O ICPFrango/Embrapa é referente aos custos de produção no Paraná, maior produtor de frangos do país, para o aviário tipo climatizado em pressão positiva, modelo referencial de produção. Já o ICPSuíno/Embrapa é obtido a partir de resultados de custos da produção de suínos em Santa Catarina, maior produtor nacional de suínos, em sistema tipo "ciclo completo", para o suinocultor empresário independente. Ou seja, não há um contrato de integração vertical por sítios como ocorre na produção de leitões e terminados.</p> Fonte: Assessoriahttp://meatworld.com.br/noticias/post/custo-de-producao-de-frangos-chega-ao-indice-mais-alto-em-12-meses-icpsuinoembrapa-cai-em-abrilhttp://meatworld.com.br/noticias/post/custo-de-producao-de-frangos-chega-ao-indice-mais-alto-em-12-meses-icpsuinoembrapa-cai-em-abril